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Aumento preocupante: Alagoas enfrenta crescimento de 16,2% na mortalidade por HIV/aids em uma década
O coeficiente de mortalidade por aids no estado aumentou em 16,2%, passando de 3,7 para 4,3 óbitos por 100 mil habitantes
Por Vitor Melo12 DEZ - 14H30
Nos últimos dez anos, Alagoas tem enfrentado um desafio crescente no combate ao HIV/aids, revela o mais recente Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. O coeficiente de mortalidade por aids no estado aumentou em 16,2%, passando de 3,7 para 4,3 óbitos por 100 mil habitantes. Em 2022, o cenário tornou-se ainda mais preocupante, com 168 óbitos registrados, marcando um aumento de 43,5% em relação aos 117 óbitos de 2012.
Destacando a capital, Maceió, a cidade registrou 8,8 mortes para cada 100 mil habitantes no ano passado, superando a taxa nacional. O Boletim também revela uma alta taxa de detecção de aids em Alagoas, atingindo 18,3 casos por 100 mil habitantes, enquanto Maceió sozinha notificou 33,5 casos.
Quanto à detecção do HIV, os números preocupam, com 637 casos notificados em Alagoas em 2022, parte dos 43.403 casos em todo o país. A taxa de gestantes infectadas na capital alagoana é de 6,4 casos por mil nascidos vivos, enfatizando a importância do diagnóstico precoce em gestantes para implementar medidas preventivas eficazes e evitar a transmissão vertical do vírus.
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