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CASO ELIZABETE: Réu é condenado a 24 anos de prisão

MP vai recorrer para que juiz reavalie a pena de Evanderson Seixas

Por Karolynne Rocha
09 ABR - 09H51
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CASO ELIZABETE: Réu é condenado a 24 anos de prisão CASO ELIZABETE: Réu é condenado a 24 anos de prisão (Foto: Ministério Público - AL)

O réu Evanderson Seixas dos Santos foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão pelo crime de feminicídio contra a ex-companheira Elizabete Nascimento de Araújo, de 38 anos. O julgamento por júri popular aconteceu nesta terça-feira (08), no Fórum da Capital, em Maceió.

De acordo com o Ministério Público de Alagoas (MP-AL), será protocolado nesta quarta-feira (09) um embargo declaratório, com o objetivo de que o juiz reavalie a sentença. “O conselho de sentença acolheu nosso pedido, mas entendo que a pena deve ser revista”, afirmou o promotor de Justiça Villas Boas.

O crime aconteceu em 31 de dezembro de 2022, no bairro do Jacintinho. Segundo o MP, Elizabete foi morta após negar exigências feitas por Evanderson sobre a partilha de bens. A vítima havia solicitado uma medida protetiva, mas a decisão judicial foi entregue à residência dela três dias após o crime, o que levou a Corregedoria-Geral da Justiça de Alagoas a abrir apuração sobre a lentidão.

Durante o julgamento, foram ouvidas quatro testemunhas de acusação. A defesa apresentou depoimentos da mãe e da atual companheira do réu. O MP sustentou que o crime foi triplamente qualificado: por motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima e feminicídio.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Evanderson chega de moto, aborda a vítima em via pública, discute e efetua vários disparos de arma de fogo. Ele fugiu logo em seguida, e a prisão preventiva foi decretada. O réu ficou foragido por semanas. A moto usada no crime foi localizada, mas ele e a arma só foram encontrados posteriormente.

Elizabete era consultora de vendas. O caso reforçou o debate sobre os prazos e eficácia das medidas protetivas em Alagoas.

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