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Elefante-marinho em Maceió: população deve evitar aproximação, alerta Alurb

Animal é monitorado e isolamento é essencial para segurança e bem-estar

Por Karolynne Rocha
18 MAR - 14H20
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Elefante-marinho em Maceió: população deve evitar aproximação, alerta Alurb Elefante-marinho em Maceió: população deve evitar aproximação, alerta Alurb (Foto: Cortesia/Instituto Biota)

Dando apoio ao Instituto Biota, a Autarquia Municipal de Desenvolvimento Sustentavel de Maceio (Alurb) emitiu um alerta para a população sobre o elefante-marinho que chegou à capital nesta quarta-feira (18).

O animal vem sendo monitorado desde a última quinta-feira (12), quando apareceu na faixa de areia da praia da Barra de Santo Antônio, no Litoral Norte de Alagoas, e chegou a ser molestado por banhistas no domingo (15). Após percorrer cerca de 30 quilômetros, ele alcançou a orla de Maceió, o que intensificou a preocupação das autoridades.

A orientação é clara: não tocar, não cercar, não alimentar e não tentar interagir com o animal. As atitudes podem causar estresse, desconforto e riscos tanto para o elefante-marinho quanto para as pessoas.

Segundo o biólogo Bruno Stefanis, diretor do Instituto Biota, o animal é jovem e passa por um processo natural de muda de pele e pelos, o que explica seu comportamento.

“Esse comportamento é normal, mas essa espécie não é comum na região. Vamos manter o isolamento com apoio da Prefeitura, pois a grande circulação de pessoas pode prejudicar o animal. Ele também pode transmitir ou contrair doenças, além de possuir uma mordida muito forte, com risco de acidentes graves”, explicou.

O diretor-presidente da Alurb, Moacir Teófilo, reforçou a necessidade de respeitar o isolamento. “É uma visita que desperta curiosidade, mas a aproximação traz riscos para ambos os lados. Estamos apoiando o monitoramento para garantir que tudo ocorra de forma segura”, afirmou.

O acompanhamento tem como objetivo evitar interferência humana e permitir que o animal retorne ao mar naturalmente. Além da preservação da espécie, há preocupação com a saúde pública, já que a aproximação pode facilitar a transmissão de doenças, como a gripe aviária.

Quem desrespeitar o isolamento, que deve ser mantido entre 20 e 30 metros de distância, está sujeito a multas que variam de R$ 2.500 a R$ 5 mil.

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