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Operação Cerco Fechado: Polícia Civil prende quatro pessoas e apreende menor em Maceió
Quarta fase da ação foi estendida para a capital e Região Metropolitana nesta quarta-feira (3)
Por Karolynne Rocha03 JUN - 13H29
Operação Cerco Fechado: Polícia Civil prende quatro pessoas e apreende menor em Maceió (Foto: Ascom PCAL)
A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) deu continuidade, nesta quarta-feira (3), à quarta etapa da Operação Cerco Fechado. Após cumprir ordens judiciais no interior na semana passada, o foco das equipes policiais se concentra no cumprimento de mandados na capital e em municípios da Região Metropolitana de Maceió, resultando na prisão de quatro pessoas e na apreensão de um adolescente.
Nesta nova frente de trabalho, os agentes saíram às ruas para executar 12 ordens emitidas pelo Poder Judiciário, divididas em 11 mandados de prisão e um de busca e apreensão. Os alvos são suspeitos de integrar facções criminosas com envolvimento direto em homicídios, assaltos e no tráfico de entorpecentes em território alagoano.
A nova fase da Cerco Fechado é um desdobramento direto dos cumprimentos realizados no último dia 27 de maio. Naquela ocasião, as diligências se concentraram em Arapiraca e em outras sete cidades do interior (Paripueira, Penedo, Novo Lino, Matriz de Camaragibe, São Luís do Quitunde, São Miguel dos Campos e Palmeira dos Índios), onde 13 pessoas foram detidas após a expedição de 30 mandados judiciais.
A operação atual é coordenada pelo delegado-geral da instituição, Thales Araújo. Segundo a assessoria, os indivíduos localizados nesta quarta-feira foram encaminhados para as respectivas delegacias plantonistas, onde permanecem custodiados e à disposição da Justiça.
A execução simultânea das ordens judiciais exigiu a mobilização de diversas frentes operacionais especializadas e distritais da Polícia Civil alagoana. Fizeram parte do cerco as equipes da Diretoria de Polícia Judiciária 1 (DPJ1); Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP); Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol) e Núcleo de Planejamento Operacional (NPO); Delegacia de Repressão ao Narcotráfico da Capital (Dnarc); Grupo Especial de Apoio Investigativo (GEAI) e Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit).
As autoridades policiais destacaram que o monitoramento de grupos criminosos continua ativo e novas etapas da operação devem ser deflagradas para reforçar os índices de segurança pública no estado.
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