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Polícia Científica aguarda exames toxicológicos para esclarecer morte de professor da Ufal

Necropsia não apontou sinais de violência

Por Karolynne Rocha
11 FEV - 10H51
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Polícia Científica aguarda exames toxicológicos para esclarecer morte de professor da Ufal Polícia Científica aguarda exames toxicológicos para esclarecer morte de professor da Ufal (Foto: Ascom PCAL)

A Polícia Científica de Alagoas segue investigando as circunstâncias da morte do professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Carlos Alberto de Carvalho Fraga, de 38 anos. De acordo com o médico legista Guilherme Paiva, do Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca, responsável pela necropsia, o corpo não apresentava sinais de violência física.

Diante da ausência de indícios aparentes de agressão, foram solicitados exames complementares. “Amostras de materiais biológicos foram coletadas e encaminhadas ao Laboratório Forense, onde passarão por exames toxicológicos”, informou o legista. Segundo ele, os resultados serão determinantes para apontar se houve fator clínico ou externo que possa ter contribuído para o óbito. A conclusão do laudo cadavérico depende dessas análises.

O caso

Carlos Alberto foi encontrado morto na manhã de segunda-feira (9), em sua residência, no Residencial Pedro Tertuliano, bairro Massaranduba, em Arapiraca. Ele atuava como coordenador do curso de Medicina do Campus Arapiraca da Ufal.

Uma equipe do Instituto de Criminalística do Agreste realizou perícia técnica no imóvel. Segundo a perita Isadora Davi, todos os protocolos de coleta e preservação da cadeia de custódia foram adotados. Vestígios biológicos, químicos e papiloscópicos foram recolhidos para exames complementares nos laboratórios forenses da capital.

Entre os recursos empregados, esteve o equipamento ForenScope CSI Pro 3, tecnologia recentemente incorporada à estrutura pericial do estado, utilizada para a identificação de impressões digitais latentes.

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