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Polícia Civil desarticula fazendas de mineração ilegal de criptomoedas no interior de Alagoas

Operação encontrou quatro estruturas em Porto Real do Colégio com furto de energia e uso irregular de água do Rio São Francisco

Por Karolynne Rocha
12 JAN - 10H51
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Polícia Civil desarticula fazendas de mineração ilegal de criptomoedas no interior de Alagoas Polícia Civil desarticula fazendas de mineração ilegal de criptomoedas no interior de Alagoas (Foto: Ascom PCAL)

A Polícia Civil de Alagoas desarticulou, na sexta-feira (9), quatro fazendas de mineração ilegal de criptomoedas instaladas na zona rural do município de Porto Real do Colégio, no interior do estado. A ação foi coordenada pela Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), e resultou na apreensão de diversos equipamentos tecnológicos de alto desempenho utilizados para a mineração de moedas digitais.

As investigações apontaram que as estruturas funcionavam por meio de furto de energia elétrica em larga escala, com ligações clandestinas diretamente na rede de distribuição, além do bombeamento irregular de água do Rio São Francisco para resfriamento contínuo das máquinas. O esquema causava instabilidade no fornecimento de energia na região, provocando prejuízos a moradores próximos.

De acordo com o delegado Thales Araújo, diretor da Dinpol, a mineração de criptomoedas não é uma atividade ilegal, mas a forma como as fazendas operavam configurava crime. “As estruturas eram alimentadas por ligações clandestinas, os chamados ‘gatos’, em todos os locais descobertos. O consumo ilegal de energia era de tamanho vulto que causava instabilidade e picos de energia nos arredores, provocando a queima de aparelhos eletrodomésticos e prejuízos significativos à população inocente”, explicou.

Ainda segundo o delegado, a operação desarticulada consumia cerca de 200 mil kWh, volume equivalente ao consumo médio de aproximadamente mil residências. O prejuízo estimado com o furto de energia chega a R$ 155 mil por mês, totalizando cerca de R$ 750 mil em apenas cinco meses de funcionamento irregular.

A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para identificar todos os responsáveis e apurar possíveis crimes associados, como sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

 

 

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