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Segundo laudo, jovem que teria comido bombom de chocolate morreu por envenenamento em Maceió
O perito criminal Thalmanny Goulart foi o responsável pela análise dos materiais coletados durante o exame de necropsia
Por Vitor Melo28 SET - 13H30
Segundo laudo, jovem que teria comido bombom de chocolate morreu por envenenamento em Maceió (Foto: )
Um caso que chocou a população de Maceió ganha novos contornos com a divulgação do laudo produzido pelo Instituto de Criminalística de Alagoas (IC). A jovem Fernanda Silva Valoz da Cruz Pinto, de apenas 27 anos, teria perdido a vida de forma trágica após consumir um inocente bombom de chocolate. Segundo o laudo emitido pelo órgão da Polícia Científica, ela foi vítima de envenenamento.
O chefe do Laboratório de Química e Toxicologia do IC, o perito criminal Thalmanny Goulart, foi o responsável pela análise dos materiais coletados durante o exame de necropsia realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Maceió. Amostras de humor vítreo, sangue, conteúdo estomacal e urina foram submetidas a rigorosos testes utilizando equipamento de cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas.
De acordo com informações obtidas através do boletim de ocorrência registrado pela família de Fernanda Valoz, a jovem teria apresentado sintomas graves no dia 3 de agosto deste ano, incluindo dores estomacais, vômito, sangramento pelo nariz e salivação excessiva. Ela foi rapidamente conduzida à Santa Casa de Misericórdia, mas infelizmente veio a falecer na madrugada do dia seguinte.
A suspeita de que Fernanda teria consumido um bombom de chocolate no mesmo dia em que passou mal foi levantada pela família. Além disso, a jovem já sofria de úlcera e gastrite, doenças cujos sintomas podem ser confundidos com casos de intoxicação alimentar. Em virtude dessas circunstâncias, o óbito de Fernanda Valoz foi inicialmente registrado como "morte a esclarecer", levando ao encaminhamento do corpo para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO) e posteriormente ao IML da Capital.
Após o exame cadavérico e a coleta dos materiais biológicos necessários, o IML de Maceió solicitou ao Instituto de Criminalística a realização de exames complementares laboratoriais para esclarecer a causa da morte. O laudo emitido pelo Laboratório de Química e Toxicologia foi encaminhado tanto para o IML quanto para o 1º Distrito Policial, que está encarregado da investigação do caso.
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