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Sesau debate combate às ISTs e hepatites virais no Projeto Alagoas Vigilante
Evento reuniu coordenadores de saúde de 56 municípios em Maceió para alinhar estratégias de prevenção
Por Karolynne Rocha22 JUN - 15H51
Sesau debate combate às ISTs e hepatites virais no Projeto Alagoas Vigilante (Foto: Marco Antônio)
A Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde (Sevisa), órgão ligado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), promoveu, nesta segunda-feira (22), a terceira edição do Projeto Alagoas Vigilante. O seminário foi realizado no auditório do Tribunal de Contas de Alagoas (TC/AL), no bairro do Farol, em Maceió, e reuniu coordenadores da Atenção Primária e da Vigilância Epidemiológica dos 56 municípios que compõem a I Macrorregião de Saúde do estado.
Com o foco voltado para a "Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST/Aids) e Hepatites Virais", o encontro debateu o panorama epidemiológico atual de Alagoas e o papel da Atenção Primária no enfrentamento dessas doenças. Os profissionais participaram de painéis sobre a organização do cuidado e vigilância do vírus HTLV, além de uma sabatina técnica no quadro “Alagoas Vigilante Responde!”, dedicado a esclarecer dúvidas práticas sobre o uso das profilaxias Pré e Pós-Exposição (PrEP e PEP), HIV e sífilis.
A secretária executiva de Vigilância em Saúde da Sesau, Thallyne Araújo, destacou que o projeto é uma ferramenta essencial para desenhar políticas públicas eficientes e descentralizadas. “Discutimos o tema e propomos ideias para que os municípios possam executar dentro dos territórios alagoanos, pensando em estratégias para a diminuição das infecções de transmissão sexual”, explicou.
A importância de qualificar quem atua diretamente no atendimento à população também foi reforçada pela assessora técnica de Doenças Transmissíveis da Sesau, Rayssa Teixeira, que classificou as ISTs como um desafio contínuo para a assistência médica do estado. Presente no evento, a diretora de Vigilância em Saúde de União dos Palmares, Cynara Macena, elogiou a iniciativa e afirmou que a integração com a Atenção Básica ajuda a melhorar o monitoramento dos casos e a dar respostas mais rápidas em cada região.
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